
Estou espantado comigo mesmo. O segundo post veio muito mais rápido do que eu esperava. Deve ser por conta daquela euforia que tudo que é novo nos proporciona. Escrever em um blog é algo novo para mim, então acho que estou relativamente entusiasmado com a idéia. Poderia dizer que venho escrever por conta de uma ocasião especial, o que de certa forma não é mentira, mas acredito que não seria 100% verdadeiro. Bateu-me uma vontade de escrever algo, foi isso, principalmente isso, que me fez começar a teclar.
Pra quem não sabe, 13/07 é o dia internacional do Rock, e é sobre isso que eu gostaria de escrever. Não sobre o estilo musical especificamente, afinal é um assunto tão abordado ( inclusive na net) que fica difícil escrever qualquer coisa que seja original.
Pra quem não sabe, 13/07 é o dia internacional do Rock, e é sobre isso que eu gostaria de escrever. Não sobre o estilo musical especificamente, afinal é um assunto tão abordado ( inclusive na net) que fica difícil escrever qualquer coisa que seja original.
Rock me remete há muitas coisas, muitas lembranças. Costumava ser bem roqueiro há alguns anos atrás, hoje escuto muitos outros estilos, mas não posso negar que o rock ainda domina a minha playlist.
Lembro me como tudo começou, nos primórdios era Bon Jovi, algo de Guns, uma ou outra coisa de Metallica, mas a paixão começou mesmo em uma noite qualquer de uns 9 anos atrás.
Estava em meu quarto, conversando no ICQ ( alguém ainda se lembra do ICQ?? Hahaha), campainha toca, mamãe abre a porta e um amigo entra, lembro dele ter dito algo do tipo:
-- Cara, vem ver a música que meu irmão baixou! 
Atravessamos minha casa, o hall -- éramos vizinhos-- um corredor, uma cozinha e enfim a salinha do PC. Tocava Angra, mais especificamente Carry On.
Ficamos estarrecidos com os riffs e solos rápidos, a batera alucinada, e as notas absurdamente altas que o vocal alcançava.De lá pra cá lembro me de muitas outras coisas. Tardes baixando músicas no Napster (outro saudoso programa), noites no Dama Rock – fiquei triste quando soube que fechou – uma batera, duas guitarras, um certo 33E e The Kids Aren’t All Right, Pendragon, ensaiar e depois atravessar o Colinas todo com os instrumentos e ir parar em uma certa casa vermelha, horas intermináveis treinando solos complicados, som pesado no carro em qualquer ocasião – até indo pro pagode – rancho, vodka, rock e lua e tantas outras coisas.
Mas acho que além de tudo isso, o rock me lembra de algo ainda mais importante: ídolos. O que seria de nós se não fossem os nossos ídolos? Poderia citar muitos que fizeram parte da minha vida – com certeza grande parte deles seriam roqueiros – mas não o farei, prefiro deixar que cada pessoa evoque os seus. Ídolos pod
em ser músicos, esportistas, podem ser inventados, míticos, cinematográficos, podem ser pessoas comuns, podem ser centrados, loucos, conservadores, inovadores, podem estar próximos ou distantes. Mas o que eles tem em comum? De uma maneira ou outra elas sempre acabam influenciando nossa personalidade. Ídolos são a projeção daquilo que queremos ser. Quem nunca se viu no chuveiro, cantando uma música da banda favorita, se imaginando no lugar do vocalista? Meus solos são sempre cheios de expectadores imaginários. Dessa forma, acabamos absorvendo as suas formas de se vestir, pensar, se expressar, se comportar.

Meus ídolos, não quero nunca que desapareçam. Meus ídolos fazem solos impossíveis, alcançam notas inalcançáveis, sabem a importância da sua imagem e a influência que têm sobre as pessoas, meus ídolos são patriotas, meus ídolos são poetas, são loucos, meus ídolos trabalham muito pra dar o melhor pros seus filhos, meus ídolos tomam vodka no Andresa, jogam baralho, tomam cerveja e comem calabresa, bebem chopp no Pinguim. Meus ídolos jogam futebol de sexta-feira, meus ídolos são heróis, são fortes, medrosos, corajosos, meus ídolos lutam por seus ideais, seja-o espalhar a revolução ou sustentar seu lar com dignidade. Meus ídolos envelhecem, meus ídolos morrem, mas suas imagens permanecem, e tudo aquilo que representam também.

Atravessamos minha casa, o hall -- éramos vizinhos-- um corredor, uma cozinha e enfim a salinha do PC. Tocava Angra, mais especificamente Carry On.
Ficamos estarrecidos com os riffs e solos rápidos, a batera alucinada, e as notas absurdamente altas que o vocal alcançava.De lá pra cá lembro me de muitas outras coisas. Tardes baixando músicas no Napster (outro saudoso programa), noites no Dama Rock – fiquei triste quando soube que fechou – uma batera, duas guitarras, um certo 33E e The Kids Aren’t All Right, Pendragon, ensaiar e depois atravessar o Colinas todo com os instrumentos e ir parar em uma certa casa vermelha, horas intermináveis treinando solos complicados, som pesado no carro em qualquer ocasião – até indo pro pagode – rancho, vodka, rock e lua e tantas outras coisas.
Mas acho que além de tudo isso, o rock me lembra de algo ainda mais importante: ídolos. O que seria de nós se não fossem os nossos ídolos? Poderia citar muitos que fizeram parte da minha vida – com certeza grande parte deles seriam roqueiros – mas não o farei, prefiro deixar que cada pessoa evoque os seus. Ídolos pod
em ser músicos, esportistas, podem ser inventados, míticos, cinematográficos, podem ser pessoas comuns, podem ser centrados, loucos, conservadores, inovadores, podem estar próximos ou distantes. Mas o que eles tem em comum? De uma maneira ou outra elas sempre acabam influenciando nossa personalidade. Ídolos são a projeção daquilo que queremos ser. Quem nunca se viu no chuveiro, cantando uma música da banda favorita, se imaginando no lugar do vocalista? Meus solos são sempre cheios de expectadores imaginários. Dessa forma, acabamos absorvendo as suas formas de se vestir, pensar, se expressar, se comportar.
Meus ídolos, não quero nunca que desapareçam. Meus ídolos fazem solos impossíveis, alcançam notas inalcançáveis, sabem a importância da sua imagem e a influência que têm sobre as pessoas, meus ídolos são patriotas, meus ídolos são poetas, são loucos, meus ídolos trabalham muito pra dar o melhor pros seus filhos, meus ídolos tomam vodka no Andresa, jogam baralho, tomam cerveja e comem calabresa, bebem chopp no Pinguim. Meus ídolos jogam futebol de sexta-feira, meus ídolos são heróis, são fortes, medrosos, corajosos, meus ídolos lutam por seus ideais, seja-o espalhar a revolução ou sustentar seu lar com dignidade. Meus ídolos envelhecem, meus ídolos morrem, mas suas imagens permanecem, e tudo aquilo que representam também.
Dito tudo, só me resta desejar:
Feliz dia do Rock a todos!!!


6 comentários:
O engraçado disso de ídolos é que eles variam com aquilo que você quer, sabe? Você realmente acaba incorporando um pouco do teu ídolo na tua personalidade, mas também acho que o contrário acontece: você busca aquele ídolo que, de alguma maneira, te representa melhor. Por isso que já admirei muita gente que detesto e já passei a idoltrar muita gente que achei idiota.
Oi Rodz como é bom saber q está blogando ...passarei por aqui sempre agora..!!
pena o q exclui o meu ... vc ia gostar de ler pensamentos e outras coisas mais..cuidado isso aqui vicia viu ... rsr... beeejo menino ..e cuide-se
Ei eu conheço esse hall e esse irmão! Haha parece q foi ontem, diablo 1, carry on, top vision, q massa! Eu tb prefiro cantar imaginando plateia, e banda acompanhando, é beeem mais animal haha
RODOLFO PRA PRESIDENTE!!!
ah, confessa, eu sou teu maior ídolo. ueheueue
abraço meu querido. carry on no blog ae \o\
você me fez lembrar de um ídolo que não vejo há algum tempo: meu antigo professor de guitarra. bateu uma saudade...
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